Será?

Será? Roteiro pronto. Thumbs prontos (aprendi que, quanto menor e com menos detalhes, melhor). Primeira página à lápis pronta. Abandonei os requadros, estou fazendo cada quadrinho ‘voando’ pelo papel, às vezes em folhas diferentes os quadrinhos que compõe a página. Não que esse seja um método para a posteridade e definitivo, mas foi um modo de vencer o bloqueio, e talvez o medo de errar. Dessa forma, se erro, não tem problema, uso outro pedaço de papel para fazer aquele quadrinho. Será que agora vai?

Simplificando

Uma ideia que pode deixar as coisas mais simples: vou separar um horário específico para fazer roteiros e outro só para desenhar. Isso simplifica um pouco a eterna escolha de ‘qual projeto’ se dedicar no momento. Vou desenhando (ou tentando desenhar) aquelas histórias que já estão prontas. Ao mesmo tempo, vou escrevendo outros projetos, de forma mais espaçada, mas sem precisar terminar logo para poder desenhar. Pode dar certo.

O crime do Teishouko Preto no Cartase

O Crime do Teishouko Preto

Em 2008 participei da Jam Session que aconteceu na livraria HQ-mix fazendo uma página da antológica história de Fumiko. Grandes monstros dos quadrinhos estiveram presentes: Gabriel Bá, Fábio Moon, Mutarelli, D’Salete, Murarelli. Foi um ótima experiência fazer quadrinhos ‘ao vivo’. Para minha surpresa, após esses 4 anos, o idealizador do projeto, o grande Gualberto Costa, está angariando recursos para lançar o álbum compilando as mais de 500 páginas da saga do Teishouko Preto. Quem se interessar pelo projeto, pode conferir os detalhes na página do Cartase.

Não sei

Fiz uma tirinha e alguns roteiros da sequencia da mesma. Não gostei do resultado, vou deixar alguns dias de molho para avaliar se o caminho é esse mesmo. Voltei a um roteiro antigo que abandonei na fase de desenho, li demi vídeo e fiquei chocado com minhas deficiências em vários fundamentos, principalmente em diálogos. Mas sem tristeza. É bom saber o que eu ‘não sei’. Um diagnóstico pode ser o início de uma cura.