Propagandas dois, a missão

Tirei o banner da lateral. Até o momento tinha ganhado 0,72 centávos. Talvez em um ano conseguisse a verba necessária para pagar a renovação do domínio. Mas, apesar desse glorioso resultado financeiro, não tenho gostado da cara do site com as propagandas, por isso resolvi tirá-las.

Possíveis mudanças

Acordei com vontade de contar uma história. É sempre bom ficar empolgado com uma ideia. Apesar da saber empíricamente que empongação não necessariamente resulte em bons resultados, gosto viver essa sensação de que ideia parece ser mais importante que os problemas reais. Talvez seja por isso que um escritor escreva e um quadrinista desenhe. (É bem provável que desta vez não haverá mudanças drásticas no site. Mas pode ser que as tiras mudem um pouco). Então: go, go, go!

Rock nos anos 80

Conheci um interessante podcast, o Wikimetal. Gostei em especial da entrevista com o André Matos (Viper, Angra, Shaman e Symfonia). Legal ver (ou ouvir) as histórias do início das bandas lá nos anos 80. Os caras tinham mais vontade que dinheiro (e muito talento, claro). Muitas bandas que começaram junto com o Viper hoje não existem (acho que o próprio Viper não existe), seus integrantes arrumaram outro jeito de ganhar a vida. Alguns poucos conseguiram tornar a paixão em algo profissional, como fez o André e o pessoal do Sepultura. Muita semelhanças com os quadrinhos!

Vocação

“Vocação é diferente de talento. Pode-se ter vocação e não ter talento, isto é, pode-se ser chamado e não saber como ir.” – Clarice Lispector.

Cara, o que gosto mesmo de fazer, mesmo não sabendo fazer direito, é desenhar. Quando tinha 11 ou 12 anos, eu encontrei uma revista na banca que trazia uma seção sobre “como desenhar”, mostrando materiais de desenho e técnicas. Aquilo foi como descobrir um mundo novo e inexplorado que me acompanha até hoje. Talvez leve muito tempo para que eu seja um quadrinista profissional que trabalhe full time, talvez isso nunca aconteça, mas não consigo me imaginar não fazendo quadrinhos.

Profissão quadrinista

Faz dois anos li em um livro que não me lembro o nome (espera que eu acho ele aqui na estante… pronto: Oficina de Escritores, de Stephen Kock) que o aspirante a escritor deve se conciliar com a idéia de ter um trabalho sério e levar a escrita em paralelo porque, segundo o autor, estatisticamente não existe a possibilidade de encarar a escrita como profissão. Stephen Kock cita um exemplo que me leva a conclusão de que quanto mais tedioso e subalterno o trabalho formal de um escritor, maior sua evolução na escrita. Nos quadrinhos poderiamos lembrar do falecido Harvey Pekar, que era arquivista.