Red Killler

Mais uma tira antiga que gosto muito. Não pelo humor negro e politicamente incorreto, mas porque o ato de fazê-la foi extremamente difícil e recompensador ao mesmo tempo. Acho que foi a primeira que usei pincel para finalizar.

Estou tentando conseguir de volta o meu domínio inteligivel.com, acho que dará certo.

A idéia é manter este site do jeito que está, como um portifólio e um blog pessoal, e usar o Inteligivel como meu espaço de publicação dos quadrinhos.

Acho que semana que vem chega minha Cintiq! Vamos ver se a danada é boa…

É bom estar vivo

Se tem uma banda que me deixa arrepiado quando ouço é o Placebo (o Pixies também, talvez o Smashing Pumpkins um pouco e o Alice in Chains em algumas músicas). Eles voltarão ao Brasil dentro de dois meses. É nessas horas que penso: é bom ainda estar vivo!

Cintiq, Costinha e Carnaval

Houve um imprevisto, tive que cancelar a compra do aparelhinho da Wacom (a Cintiq 12 wx). Depois de ler os comentários a respeito do aparelho, sobre como o trabalho passa a render, os benefícios para quem sente dores nas mãos (a caminho de uma L.E.R.) e a similaridade com o desenhar no papel, tinha decidido arriscar. Talvez, com uma Cintiq eu produziria mais, melhor e em menos tempo. Mas, por hora, vou mesmo continuar com o bom e velho pincel! (Abaixo um dos inúmeros vídeos do youtube demonstrando a bendita)

Por falar em youtube, lembrei desse vídeo:

E, para quem, assim como eu, “adora” carnaval:

Para terminar, mais um:

Jesus?


Houve um tempo em que eu não me preocupava com o que os outros quadrinistas conseguiam fazer. Também não era assolado pela ideia de fazer algo genial, uma graphic novel, ou qualquer tipo dessas frescuras que tem me consumido os neurônios nos últimos 2 anos. Eu apenas fazia uma tirinha para a internet, uma por vez, sem planejamento, sem compromisso. Eu queria somente me divertir e divertir meus amigos. Estou com saudades dessa minha vida passada (segue uma tira desse tempo, acho que essa é de 2007).

Treino

Desenhos do caderninho

Nessa ultima semana fiz um curso de hq ministrado pelo Spacca. Em resumo, aprendi que fazer quadrinhos dá muito trabalho. Hoje terminei a história para Café Espacial, o que foi bom, mas me deu vontade de tentar outras abordagens na próxima (histórias com mais diálogos, quero evitar os monólogos). No momento estou lendo Dilbert e por isso fico com vontade de fazer tirinhas. Também estou jogando Team Fortress 2, o que me dá vontade de não fazer mais nada além de jogar (muito vício!). Vou seguir treinando e fazendo histórias curtas. Tirinhas também!

Café Espacial e Histórias Curtas

Um quadrinho de uma história para a revista ‘Café Espacial’

Estou trabalhando em uma pequena história para a revista Café Espacial (revista pela qual tenho grande apreço). Além dessa, tenho várias idéias que poderiam ser agregadas em uma trama maior. Mas, acho que 2010 será o ano que me dedicarei a histórias curtas! Quero mostrar esses personagens, pequenas tramas, fazer alguns testes e experimentar algumas soluções gráficas. Enredos curtos servem para isso: encontrar novas formas de dizer sua mensagem ou ganhar segurança para alçar vôos maiores. Quem está começando, quem ainda não tem um estilo formado ou fôlego para encarar um projeto grande, deve cogitar a possibilidade de se dedicar às narrativas curtas, pois uma coisa é desenvolvimento da outra.

David B., Chester Brown e Rafael Coutinho

Essa semana está cheia, que bom! Nesta sexta-feira vou apresentar dois capítulos da excelente obra Reading Comics, de Douglas Work, no Observatório das histórias em quadrinhos da USP. São capítulos sobre David B. e Chester Brown, dois caras com um trabalho fuderoso e único. Aprendi muito sobre a carreira dos caras nessas ultimas semanas.

David B. transformou  sua história de vida em uma calhamaço de 360 carregado em preto e linhas poderosas. Chester Brown dá voz a personagens que estão em desacordo com seu contexto social em grids rígidos de 6 quadrinhos por página. São dois monstros naquilo que se propõe fazer.

Claro, não é do tipo de quadrinho que vamos ver na banca da esquina (se bem que o Chester Brown chegou a publicar em bancas durante muito tempo). Mas é sem dúvida dois autores que merecem ser lidos, ainda mais quando tudo indica que o mercado brasileiro de quadrinhos está se tornando cada vez mais autoral.

Falando nisso. Sábado farei a oficina com o Rafael Coutinho justamente sobre quadrinho autoral. Acho que ainda dá tempo de pegar uma vaguinha, olha aqui. Talvez nos veremos lá!