Pindura 2011

Se me chamarem para mais um, acho que vai virar emprego fixo não-remunerado (tem hífen?). Desenhos para o calendário Pindura 2011 (era para usar o tema elevador, logo pensei que ele poderia estar descendo… descendo…):

Dimensão sem Nome, mais uma música

A letra dessa música é horrível! Mas sou um cara sem amor próprio, por isso posto ela aqui. Sou eu cantando com um microfone de 5 reais, o Carlos (Solrac) tocando guitarra e o Rafael (Magnuz) tocando algo parecido com um amontoado de caixas de papelão que alguém um dia ousou dar o nome de bateria (alguns meses após essas gravações ele comprou uma bateria monstruosa de boa, mas infelizmente dessa época não temos nenhuma gravação).

DsN – uai

Música da minha antiga banda

Antes de ser o melhor quadrinista do meu prédio, eu tocava guitarra (muito mal), compunha (pior ainda) e até cantava (é melhor nem comentar).

Naquelas tardes dominicais eu (o mundialmente famoso Inteligível) e Rafael Fernandes (vulgo Magnuz Guerra) tentávamos tirar algum som de instrumentos bem precários com o auxílio de uma formação musical sofrível (falo por mim, o Rafael fez 8 anos de música e sempre foi bom de ovido e batuque).

Vez ou outra entrava algum maluco na banda, mas os caras sempre desistiam de tocar conosco porque éramos meio inflexíveis: não tocávamos cover.

Carlos (procurado pelo nome de Solrac) foi um desses malucos e faz parte dessa precária gravação da Dimensão sem Nome (DsN):

DsN – demo